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Em 2020, a Zoom era uma das empresas de software mais populares do mundo. Seu software de videoconferência teve um aumento significativo em popularidade devido a milhões de pessoas confinadas em escritórios domésticos por causa da pandemia de COVID-19. Apesar das afirmações da Zoom de que suas videoconferências eram criptografadas de ponta a ponta, descobriu-se que isso não era verdade, resultando em um processo coletivo que a Zoom resolveu por US$ 85 milhões. Em 2021, a Zoom também fez um acordo com a Comissão Federal de Comércio (FTC) por enganar seus usuários sobre a privacidade e segurança de seu produto principal.
Ainda havia uma investigação separada da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) sobre as políticas de privacidade da Zoom, iniciada em 2020. Agora, a Bloomberg relata que a Zoom está oferecendo um acordo para resolver a questão com a SEC, pagando uma multa de US$ 18 milhões. A oferta ainda está pendente de aprovação pela SEC. Atualmente, a Zoom oferece criptografia de ponta a ponta para suas videoconferências, e suas práticas de privacidade e segurança melhoraram. Mas em 2020, o histórico da empresa era ruim, com os chamados “Zoom bombings” – casos de pessoas sequestrando chamadas Zoom de outras pessoas e as assediando – se tornando uma tendência. A empresa também mudou seu nome de \”Zoom Video Communications\” para \”Zoom Communications\”, refletindo sua expansão para além da videoconferência.
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