O famoso programa Saturday Night Live (SNL) voltou a satirizar a figura de Donald Trump, desta vez focando nos seus (fictícios) 100 dias de um segundo mandato. Em um cold open hilário, o programa imaginou Trump assinando uma série de ordens executivas bizarras, extrapolando a já conhecida tendência do ex-presidente em utilizar este recurso.
A esquetete brinca com a propensão de Trump em assinar ordens executivas, algumas das quais, na realidade, tiveram pouco efeito prático além de gerar manchetes. No universo do SNL, essas ordens ganham contornos ainda mais absurdos. Uma delas, por exemplo, reinstala o Columbus Day – algo que o Trump real supostamente planeja fazer, mesmo sendo um feriado federal já existente. Outra, apelidada de “Lei Belichick”, torna socialmente aceitável que homens com mais de 70 anos namorem mulheres jovens.
Entre outras pérolas, a sátira imagina uma ordem executiva que diminui o número de casais interraciais em comerciais de TV e outra que visa facilitar o jogo New York Times Connections. Há também uma ordem que proíbe bebês hispânicos de terem suas orelhas furadas, com Trump, na brincadeira, culpando Marco Rubio pela medida. O humorístico reside na tênue linha entre a ficção e a realidade, levantando a questão incômoda de que algumas dessas medidas extremas poderiam, de fato, ser implementadas por Trump, demonstrando o potencial impacto da Tecnologia na disseminação de notícias e na formação da opinião pública, mesmo que de forma satírica. A habilidade do SNL em usar a Tecnologia para criar e distribuir conteúdo satírico ressalta o poder da mídia na sociedade moderna.
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