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A Microsoft solicitou ao inspetor-geral da Comissão Federal de Comércio (FTC) que investigue se a administração da agência vazou indevidamente informações sobre sua investigação antitruste contra a empresa, e que torne públicas suas descobertas. A Bloomberg foi a primeira a relatar a investigação em andamento na semana passada, informação posteriormente confirmada pela The Verge. A investigação abrange os negócios de nuvem e licenciamento de software da Microsoft, inteligência artificial e ofertas de segurança cibernética.
Rima Alaily, vice-presidente corporativa e conselheira-geral adjunta da Microsoft, acusa a administração da FTC de vazar detalhes da investigação, violando as próprias diretrizes de ética da agência. A agência instrui novos funcionários que “a existência de uma investigação da FTC é informação não pública”, embora possa ser divulgada depois que o Gabinete de Assuntos Públicos determinar que o alvo de uma investigação já a tornou pública em um comunicado de imprensa ou arquivamento governamental. No entanto, as diretrizes acrescentam que a Comissão tem autoridade para fazer “divulgações apropriadas” quando “determina que fazê-lo seria de interesse público”. A Microsoft afirma ter tomado conhecimento da solicitação de informações da FTC “como o resto do mundo, por meio da reportagem da Bloomberg”. A FTC se recusou a comentar a carta da Microsoft.
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