Amazon Repensa Tablets Fire: Android no Horizonte e Preços Mais Altos

A Amazon está planejando uma reformulação estratégica de seus tablets Fire, migrando para um sistema operacional Android. Essa mudança, segundo fontes internas, visa oferecer um dispositivo mais sofisticado para competir com o iPad e outros tablets avançados no mercado. A iniciativa, conhecida internamente como “Kittyhawk”, busca atender às expectativas dos consumidores e desenvolvedores de aplicativos, que demonstraram frustração com o sistema operacional proprietário da Amazon.

Atualmente, os tablets Fire utilizam uma versão personalizada do Android, adaptada para funcionalidades básicas e um público com orçamento limitado. O tablet mais caro da Amazon, o Fire Max 11, custa US$230, enquanto o iPad mais acessível é vendido por US$350. Com a nova estratégia, a Amazon estaria considerando um preço de US$400 para o novo tablet Fire. A mudança para Android tem o potencial de expandir o acesso a aplicativos e recursos, oferecendo uma experiência mais completa e alinhada com as expectativas dos usuários de tablets.

A decisão de adotar o Android reflete o reconhecimento de que as margens de lucro nos tablets mais baratos são menores e que essa abordagem limitou as vendas, especialmente entre os consumidores que buscam dispositivos com melhor desempenho. A transição também aborda as preocupações dos desenvolvedores de aplicativos, que precisam criar versões específicas para o sistema operacional da Amazon. Com a adoção do Android, a Amazon espera atrair mais desenvolvedores e oferecer uma gama mais ampla de aplicativos, impulsionando o crescimento e a competitividade no mercado de tablets. O lançamento do novo tablet Fire está previsto para o próximo ano.

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