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Em meio a muitas histórias de cultura híbrida, especialmente sobre a desconexão entre a primeira geração de sul-asiáticos no Ocidente e seus pais imigrantes, ‘Um Menino Indiano Legal’, de Roshan Sethi, se destaca como uma comédia romântica queer hilária e comovente, com uma premissa única. O filme acompanha um médico indiano-americano gay cujos pais, embora nominalmente aceitem sua orientação sexual, desejam que ele encontre “um bom menino indiano”. E ele encontra! O detalhe? Esse “bom menino indiano” é interpretado por Jonathan Groff, um homem branco criado por pais indianos.
A trama explora as relações familiares complexas e a desconstrução de padrões culturais em um contexto moderno. O filme se aprofunda nas dificuldades de comunicação entre gerações e nos desafios da aceitação da sexualidade, mas, ao mesmo tempo, a comédia romântica transcende esses problemas familiares típicos, evoluindo para uma grande saga romântica inusitada. É uma história de adoção intercultural que se transforma em uma comédia hilariante e, ao mesmo tempo, um filme sobre a libertação do fardo emocional e geracional, resultando em lágrimas de alegria e gargalhadas. A dinâmica entre o protagonista, Naveen (Karan Soni), um homem introvertido que prefere ficar em casa a ir para a balada, e seu namorado, Jay (Jonathan Groff), um fotógrafo, é o centro de uma história repleta de encontros engraçados e momentos emotivos, revelando as dificuldades e a beleza de se encontrar em um relacionamento.
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