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A baixa alfabetização tem afetado a comunidade de surdos e com deficiência auditiva por décadas. A taxa média de alfabetização de alunos surdos que concluem o ensino médio se manteve em um nível equivalente ao do quarto ano do ensino fundamental desde o início do século XX, segundo o Centro Nacional de Pesquisa em Educação Especial. Introduzir conceitos de STEM – Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática – nesse contexto, com seu vocabulário específico, apresenta desafios ainda maiores.
Diante desse cenário, o projeto ASL Aspire surge com a proposta de gamificar o aprendizado de STEM para crianças surdas. A iniciativa visa tornar o aprendizado mais envolvente e acessível, utilizando jogos e elementos lúdicos para facilitar a compreensão de conceitos complexos. A ideia é combater a baixa taxa de alfabetização e incentivar o interesse em carreiras de STEM entre os jovens surdos, utilizando a linguagem de sinais como base da interação e do ensino. A estratégia se baseia na premissa de que a gamificação pode aumentar o engajamento e a retenção de conhecimento, superando as barreiras tradicionais do ensino.
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